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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Imperatriz anuncia enredo e garante a volta aos desfiles em 2020


De volta ao carnaval de Belo Horizonte, após muita polemica e batalha nos bastidores, a Imperatriz de Venda Nova, anuncia seu enredo para 2020. " Se a Canoa Não Virar, A Imperatriz chega lá " o irônico e divertido titulo do enredo mostra qual será o tom do desfile da escola. 

Se a Canoa não virar a Imperatriz chega lá, é um passeio aos antigos carnavais, aqueles que já não voltam mais, através das marchinhas carnavalescas. 

Sinopse: 

O Rei mandou festejar, o rei mandou vadiar, é carnaval e meu coração se abre de alegria.  O tempo girou a mulher guerreira foi responsável pela primeira nota musical a entoar nos salões.  Desperta Chiquinha Gonzaga , abrindo alas para uma história que ganharia o mundo.
Era o tempo dos confetes e das serpentinas, era o tempo em que o carnaval, desfilava pelas ruas em carros abertos,e as grandes sociedades e corsos carnavalescos davam o seu brilho nostálgico a luz do luar.

Nos grandes salões a irreverência e o bom humor , tomavam conta de uma era , muitas vezes politicamente incorretas , mas de alegria e descontração inconfundível.
Padrões de uma época que não volta mais, corrigidos pelo tempo, e hoje na memória de saudosistas carnavalescos que fizeram de grandes bailes, uma referencia de amor a uma festa sem igual.

Simplicidade e emoção na grande festa que marcou uma geração.
“Acorda Maria Bonita, levanta e vai fazer o café que o dia já está raiando e a policia já está de pé “  são tantas rimas , tantas canções ,de inspirações inconfundíveis, você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não, afinal o teu cabelo não nega.
Na “ Aurora de um novo tempo, a “ Bandeira Branca “ era estendida como um símbolo de paz, choros e emoções, risos e descontrações, giros e cenas que mechem com o sentimento de quem um dia viveu esta alegria .

“Olha a cabeleira do Zezé , será que ele é”,  deixem o Zezé ser feliz e ser como quiser ser, “sassaricando” a “jardineira” com a “turma do funil,” ou cercado de carecas.

Tira esta “Mascara negra” da cara, “Maria Sapatão”, e seja como a “Cidade Maravilhosa”, cheia de encantos mil. E deixe florescer em seu coração todo o fervor do carnaval...

Ah o carnaval, esta festa de Alláh Lá Ô que esquenta, que faz sonhar e nos faz fantasiar , liberando energia e nossas ilusões, travestindo de imagem , o sonho escondido, fazendo descer a lágrima do tempo, e revivendo um sentimento chamado felicidade. Neste encontro de gerações, seja a criança chorona gritando “ Mamãe eu quero” ou o senhor de idade que lamenta que “ A pipa do vovô não sobe mais”  

Renasce mais uma vez a garbosa Imperatriz, fazendo de suas cores e seu reinado a maior de todas as opulências , o melhor de todos os desfiles e o mais inesquecível e primoroso baile de carnaval da cidade. Afinal , se a canoa não virar a Imperatriz chega lá, e chega com vontade e respeito, chega na leveza de uma história carnavalesca, afirmando... Não adianta chorar meu amor... O carnaval que passou.
                                                                                                
Autor: Felipe Diniz Marinho


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